Oposição Operária

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Seminário: Capitalismo e Meio Ambiente

Em Eventos, março 15, 2011 às 5:20 pm

A Oposição Operária tem o prazer do convidá-lo(a) para participar do nosso seminário “Capitalismo e Meio Ambiente“, a ocorrer no dia 19 de março de 2011 (sábado), em Salvador. O conteúdo do mesmo será a degradação da natureza pelo Capitalismo, aquecimento global, falácia do “desenvolvimento sustentável”, entre outros. Contamos com a sua presença para contribuir com tal iniciativa. Local: CEAFRO (Centro de Estudos Afro-Orientais), Auditório Miltom Santos, localizado na Praça Inocêncio Galvão, nº. 42, Largo Dois de Julho (ponto de referência: em frente ao Hotel Capri), Salvador – BA. Horário: das 09h00m às 12h30m. Mais informações pelo email oposicao_operaria@yahoo.com.br

O papel dos sindicatos na crise do Capital

Em Boletim Germinal, março 14, 2011 às 12:54 am

 

O objetivo deste artigo é demonstrar o quanto de substancial serviço a estrutura sindical tem prestado na tentativa de superação da crise do sistema capitalista que já se arrasta por mais de três décadas. Certamente não é novidade para ninguém o papel desempenhado pelos sindicatos e centrais sindicais no controle das lutas e das greves que pipocam, em número cada vez maior; e, paralelamente, tornam-se ainda mais visíveis os sintomas de saturação que essas formas de organização apresentam a cada ano. No outro lado da corda, as chamadas contratendências aplicadas pelos capitalistas e seus governos em todo mundo para diminuir os efeitos da devastadora crise, passam necessariamente por ajustes em sua força de trabalho, Leia o resto deste post »

Nota de apoio e solidariedade aos trabalhadores franceses

Em Boletim Germinal, março 14, 2011 às 12:45 am

Aos desempregados, estudantes, precarizados, aposentados: a classe trabalhadora! Somos da Oposição Operária, uma organização de trabalhadores no Brasil, e gostaríamos, com essa nota, de nos solidarizar com a luta da população trabalhadora na França. A luta atual é um combate dos assalariados franceses, dos estudantes, dos desempregados, do jovem que chega ao mercado de trabalho, dos aposentados, etc. Muito mais do que uma luta contra a reforma na previdência, é uma demonstração de resistência aos trabalhadores de todo o mundo, contra a retirada dos nossos direitos, é uma demonstração de força e de coragem para mostrar aos governos e patrões que não podemos consentir que degradem as nossas condições de vida.  Leia o resto deste post »

Há uma recuperação na economia mundial?

Em Revista Germinal, março 12, 2011 às 6:33 am

Recuperação, este é o nome do jogo! Os “rebentos verdes” germinam a economia mundial, é a idéia festejada por políticos e ideólogos ao redor do mundo. É uma expressão comemorativa e também uma simbologia que busca anunciar que “o pior já passou”, e os ventos da recuperação já sopram sem cessar. Mas até que ponto a festejada recuperação da economia não passa de tagarelice propalada aos quatro cantos para tentar disseminar a idéia de que a atividade econômica está entrando nos eixos da produção a pleno vapor, ou está a caminho disso, ao tempo em que alimentam a roda tresloucada da financeirização e das bolsas de valores em tempos de glória Leia o resto deste post »

Por que a burguesia mundial não acaba de vez com a crise atual?

Em Revista Germinal, março 12, 2011 às 6:14 am

Capitalista não gosta de crise; capitalista que se preza tem horror à crise; capitalista de verdade sonha com um desenvolvimento “sustentável” no qual a acumulação da riqueza não sofra nenhuma interrupção; capitalista para valer sonha com um sistema no qual a sua classe poderia dispor da energia vital de seus empregados num crescendo sem nenhum problema e sem qualquer interrupção; o mundo dos sonhos de um bom capitalista seria aquele no qual ele pudesse acumular sem qualquer solução de continuidade e aborrecimento. Leia o resto deste post »

As ambiguidades da Revolução Russa: Lênin e a Revolução

Em Revista Germinal, março 12, 2011 às 5:33 am

“O que de pior pode acontecer a um chefe de partido radical é ver-se obrigado a tomar o poder num momento em que o movimento não está ainda maduro para o domínio da classe que ele representa e para por em prática as medidas que o domínio de tal classe exige. Neste caso o que ele pode fazer não depende de sua vontade, senão do grau alcançado pelos conflitos entre as classes particulares e o grau de desenvolvimento das condições materiais de existência e das relações de produção e troca… O que ele deve fazer, o que seu partido exige dele… se acha vinculado às doutrinas que ele tem professado e às reivindicações que até aquele momento avançaram… Leia o resto deste post »

A crise global do capitalismo

Em Jornal Germinal, março 12, 2011 às 5:23 am

“A crise financeira… A crise financeira mundial… A crise financeira…” Os meios de comunicação de massa e um sem número de intelectuais e comentaristas de todo o planeta têm-nos tentado convencer de que o mundo passa atualmente por uma grave “crise financeira”. Será apenas uma “crise financeira”? Só para ter uma idéia, os Estados Unidos, a maior economia do planeta, acabam de anunciar uma redução de 6,2% no seu PIB no último trimestre de 2008, o que sinaliza, talvez, mais do que uma recessão, uma depressão econômica que se aproxima. Ainda no ano de 2007 já tratávamos em nossa Revista Germinal, numa matéria intitulada “O Imperialismo no Século XXI: A crise americana como epicentro da crise mundial”, justamente de como as contradições em meio à economia americana se avolumavam a ponto de desenvolver a capacidade de arrastar o conjunto da economia do planeta para a sua crise. Não há mais dúvida de que aquela situação ali apontada está agora mais do que configurada, pois a economia americana é o motor da crise mundial, e a sua recessão, ou depressão, faz afundar, juntamente com ela, o conjunto do sistema capitalista.  Leia o resto deste post »

As formas sociais da violência e as situações revolucionárias em perspectiva no processo da crise estrutural do Capital

Em Jornal Germinal, março 12, 2011 às 5:15 am

No âmbito da sociedade burguesa atual, em crise e em avançado processo de decadência, existem duas formas básicas e algumas outras secundárias, intermediárias e/ou enviesadas de violência, todas elas brotando do mesmo solo e da mesma tessitura social num rápido e generalizado processo de decomposição e de esgarçamento – de valores, instituições, símbolos e demais formas superestruturais secularmente convocadas a calçar o poder de Estado da classe burguesa. Essas duas formas básicas de violência, que derivam de uma só fonte, são: a) de um lado, a violência opressiva e repressiva de que lançam mão os agentes governamentais do capital, direta (forças e aparatos policiais de Estado) e indiretamente (forças e aparatos paramilitares, grupos de extermínio, grupamentos de mercenários a soldo, etc.), para manter a ordem da exploração da mais-valia social; b) de outro lado, uma outra violência, que nasce da mesma fonte, do mesmo mecanismo central de exploração, só que na complexa dialética da luta de classes em seu estágio atual, em sentido inverso, dessa vez encampada pelas camadas do proletariado; inicialmente, e por muito tempo, como formas de resistência ao mecanismo opressor e repressor e, finalmente, por se verem forçadas à iniciativa, quando, já agindo como classe para si, se veem obrigadas a detonar o poder de classe do capital e a erigir, por necessidade, o seu poder, a sua legitima ditadura sobre a burguesia derrubada, mas ainda não abatida.  Leia o resto deste post »

Mídia: Recurso ideológico, método e efeito

Em Jornal Germinal, março 12, 2011 às 5:08 am

Não é novidade o fato de a imprensa em geral manipular e mistificar no dia-a-dia as informações para o conjunto dos trabalhadores e da juventude. Um dado que salta aos olhos de todos é de como se tem dirigido na atualidade os programas jornalísticos. Isso porque os de entretenimento e “besteirol” chegam a ser um forte convite à idolatria do banal; tanto que cabe aqui todo o nosso desprezo e a nossa repulsa. Os programas jornalísticos, principalmente da TV e do Rádio, estão, antes de tudo, totalmente controlados pelas grandes emissoras capitalistas, o que também já não é nenhuma novidade; mas – e o que é pior – dessa vez auxiliados diretamente por um conjunto de igrejas e seitas religiosas (católicos, evangélicos etc.) que, fazendo uso dos mais importantes meios de comunicação de massa, despejam diariamente nas cabeças de todos toneladas e mais toneladas de materiais nocivos ao desenvolvimento do senso crítico e totalmente a favor do embrutecimento, do alienante e do mais ordinário senso comum. Leia o resto deste post »

As manifestações artísticas e culturais no capitalismo

Em Jornal Germinal, março 12, 2011 às 4:31 am

Duas classes são as classes fundamentais no capitalismo: a burguesia, classe dominante, e o proletariado, classe dominada. O principal instrumento de dominação da burguesia sobre o proletariado é o Estado capitalista, com todos os seus aparatos ideológicos e coercitivos. Entre estas duas classes fundamentais existem outras, como as classes médias, as quais desempenham papéis secundários na manutenção e reprodução do sistema social capitalista. É do seio das classes médias, que aliás são muito variadas, que sai a maior parte dos intelectuais (embora não todos), os quais, em sua grande maioria, vão servir à burguesia e aos seus interesses. Entre tais intelectuais estão os artistas, os professores das universidades e os produtores da cultura oficial. Leia o resto deste post »

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