
Entre o paralelepípedo
E o asfalto seco
Há sarjeta onde repousa
Homem de pele parda
Veste-se de paletó azul
Mantém uma das mãos
Enfaixadas em tecido
Indefinido pelas cores de suor pegajoso
Encolhe-se na posição fetal
Pés descalços
Restos de lama
Comida ardida ao rosto
Dorme, dorme profundamente
Esta criatura embriagada
Em poucas doses de teor alcoólico
Ou num Crack firme de dependência pensada Leia o resto deste post »