Vozes Conscientizadas

É a voz que não se cala
E não vai se calar.
Insatisfação a manifestar
E um gemido na consciência.
Vendo em toda estrutura
A superestrutura
Elaborando ideologia
Controlando mercadoria
A infra-estrutura:
Miserável-subsistência.
Força motriz construidora
Transformando em toda natureza
Qualquer forma de riqueza
E tornando-se excedente.
As coisas vão melhorar?
No amanhã que nunca virá
Só uma revolução consciente.
Uma força e outras forças
Muitas forças unificadas
São, também, mercadorias

Flexível e sucateada
Já no ímpeto de negar essa coisa que te faz mal.
São vozes e muitas vozes
E todas as vozes conscientizadas
Erguendo e dizendo não
A coisa precarizada
Soa o sino anunciando a morte do capital.

Luciano Alves Duarte

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